Direto de Brasília

AS INCRÍVEIS TESES DEFENDIDAS NO CONGRESSO. O NOVO FUNDO PARTIDÁRIO E A IMUNIDADE PARA OS CHEFES DOS PODERES, SÃO ALGUMAS DELAS.

Meus caros leitores, apesar de todas as possíveis contradições em muitos dos atos que estão acontecendo e suas respectivas manifestações, algumas parecem de entendimento fácil. É pura sandice dos petistas locais quererem justificar o apoio a ditadura de Nicolas Maduro. A violência e tudo o mais que o destrambelhado e violento mandatário venezuelano vêm cometendo contra o povo daquele país, é abominável e por isso mesmo está sendo condenado pelas pessoas sensatas do mundo. No que se inserem como “insensatos”, para não dizer outra coisa, os petistas brasileiros. Mais de 5 mil venezuelanos já buscaram refúgio no Brasil. Mesmo aqui estando do jeito que está, é melhor do que lá. Evidentemente então que não queremos que o Brasil chegue ao ponto que a Venezuela chegou. Mas, com a permanência do grupo do esquema criminoso de poder, poderia ter chegado. Também é de uma nitidez catastrófica a tentativa de aumentar impostos no Brasil. A mais recente, uma nova alíquota para o Imposto de Renda. As recentes investigações confirmam que quem paga realmente e religiosamente imposto no Brasil é a classe média e o trabalhador. Não há necessidade de polemizar com o governo atual e os anteriores. Basta consultar a lista oficial dos maiores devedores da Receita Federal, do INSS e outras fontes e ali estará demonstrado que a Justiça Fiscal não é justa para todos. Bastaria portanto ao governo cobrar estas dívidas e poderia adiar por algum bom tempo a necessidade de tentar escorchar ainda mais o povo brasileiro. Também é evidente que o sistema financeiro precisa dar a sua contribuição de sacrifícios ao país. E nossas autoridades nas últimas décadas tem olhares complacentes com o setor. E eles, mesmo alguns devendo os tubos para o país, continuam auferindo lucros fabulosos. É notório também hoje que alguns delatores da Lava Jato receberam benefícios exagerados, desproporcionais. A mais contundente das constatações está nas benesses concedidas aos irmãos Batista e ao ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado. Entende-se que hoje, pelo que está sendo revelado, que os Batistas foram beneficiados dentro de um acordo evidente e suspeito com o Procurador geral da República. A suspeição é grande e quando esclarecida, certamente que deixará mal não só o Procurador, os irmãos bandidos e àqueles que se prestaram esta que é uma farsa evidente. Para completar, as manobras que estão sendo feitas pelo Relator da Reforma Política é digna de constar no folclore. Mas como pode se concretizada, transformar-se em um crime de lesa pátria, lesa eleitor, lesa contribuinte, merece não só atenção como repúdio. Primeiro propôs que candidatos não poderiam ser presos 8 meses antes do pleito, agora quer incluir imunidade temporária aos Presidentes  da Câmara,do Senado e do Supremo Tribunal Federal. Quer dizer, a brecha de que “nem todos são iguais perante a lei”, vai se ampliando. Além de estar em gestação o indecente fundo público de financiamento de campanha. Quer dizer, nós, o povo brasileiro, vamos ter que pagar,sustentar a existência dos partidos políticos e ainda contribuir para que concorram e tentem se eleger. Para depois ainda fazerem o que estão fazendo. Nas propostas têm alguma coisa boa como o fim das coligações nas eleições proporcionais e a criação de uma cláusula de barreira para diminuir o número de legendas. Mas há muito jabuti encima da árvore. E se lá está, é enchente ou mão de gente! Direto de Brasília, José Woitechumas. 

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